quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Recentemente me deparei com a história de Sarah Salviander, que nasceu em um lar ateu, foi criada num país laico, tornou-se astrofísica, e em algum ponto de sua vida tornou-se cristã. É uma história bonita de alguém que através das lentes da ciência percebeu que a ordem em meio ao caos do universo deveria ter um Causador. O ponto decisivo para essa conversão, no entanto, se dá naquele que é considerado o pior momento de sua vida: a morte de sua filha com menos de um ano.
Não consigo deixar de notar o quanto essas duas coisas acabam se interseccionando em várias das hisórias pessoais que encontro por aí: a presença da Morte e a certeza de Deus.
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