Talvez a proximidade ao fim de meu inferno astral tenha me trazido a olhar novamente para dentro de mim, e, quem sabe, extrair algo desse confuso interior para essas páginas.
A "doença" do viver o aqui-agora está cada vez mais se espalhando ao meu redor, e é essa a opinião presente nos discursos daqueles com os quais tenho o maior apreço em conversar. No entanto, ainda me é, na prática, um tanto quanto utópico e turvo e confuso demais, e ainda não sei como deixar de lado todos esses pesos que parecem cada vez mais impossíveis de serem traduzidos em palavras para trás, a fim de, ao menos, poder prosseguir, mesmo que por ora sem um trajeto definido.
Mas vamos esperar pelo melhor, e, se possível, viver no meio tempo.
Sentir é questão de pele
Amor é tudo que move
O melhor lugar do mundo é aqui,
E agora
Nenhum comentário:
Postar um comentário